sábado, 29 de dezembro de 2007

Há festa


Para quem gosta de escrever em papel, na pele, no ar

Virilidade de bem-querer mais que lançar

Pode crer que vitória para quando o amor é lutar

Gentílicos existem para toda forma

De amar o próprio peito

E estar só

E amar

Exibir os sentidos

Amoroso doce do passado

Certo de estar

Avisado ou desavisado

Convide sempre para os casamentos

sábado, 22 de dezembro de 2007

Retrato da poesia de trás pra frente

Retrato
Retrato o passado como se é
Duro como perfume de madeira açucarada
Duro sempre o tempo Quê
Aguardo a água fotografada
Fotografia é para paquerar
Capturar e paquerar o espírito das Pessoas
De corpo
De porco
E alma
Amada seja a saliência do pensamento
Descoberto de amor
Cobertor que afaga a maledicência
Inocência fala muito
Essência se incorpora
Lucidez também se namora
Quer pensa em saber de Quê
Para vai amar
Palavras maísculas são para Pessoas
Quem e Você, Têm e Paciência, Somos
somos Nós nos referindo ao nó do amor