domingo, 6 de janeiro de 2008

Espias



Meu egoísmo é doce e bonito
Sempre fui um ser repleto de amor,
Se trata de nós,
bichos prazerosamente complicados na terra

Amor outrora latente, mas amor


Tomar banho para quando você chegar
Vou e volto


Chego agora quase essa hora


Boêmia aprisionada


Retorno da parte
Aprendendo a conviver
Eu faço o que gosto


Compenso com o que escolhi fazer


Lido com a vida
A solidão é so mesmo


Eu fico só para entender que faço minha comida


Moro


A solidão, ela me acompanha sempre para me lembrar do amor
Eu vivo disso


Vivo de escrever


Minha escrita está se acabando


Mas não a resumo a coisa bonita


Naõ pareço ser uma pessoa boa


Faz bem ser uma pessoa boa


Com paixão e medo pelo eu


Vamos todos para mais do mesmo


Seremos comidos debaixo da terra