
A hora
Para flertar a ausência do amor
É mossoroense apelar para a beleza
Navegar pelo rios atrás do futuro que me condena
Quero estar longe do som ruim
E me apaixonar pelas notas da existência
A pressa corrói quase sempre
O brio, a fumaça, a sede
De ser o amor nascente
Parece o crepúsculo à melancolia das paixões
É noite para encontrar espaço
De nada sentir
E amar a neblina inexistente
De amar mais
O que se permite
Pertubo-me
A novidade é pesada e emocionante
Endoida, mistura tudo
E fico sem vontade
A fim de me concentrar