Dentro queima
Arde agora quebrante
Amor vem inebriante
Tonto e calmante
Só uma canção pode levar
Rasgar a sobriedade
Da minha negação
Em vão poupei a melodia
Em todo tempo lembrei
Que o medo me lembra
Do tempo que cura
Do segundo que mata
Da hora que não passa
Dos dias que nunca mais voltarão
Segurei cada ponteiro
Para eternizar a noite
E abraçar o dia
Para você não partir
A voz me derrubou na rede
E embalou minha tristeza
Polindo a loucura com ridículas histórias crônicas e declarações de amor. Meus verbos não são poemas, mas me permita discorrer. Escrevo textos para poesias. Semelhanças com fatos reais serão puramente coincidências. Não falo de mim, falo de ser. Porque Narciso acha feio o que não é espelho. Você gostaria de tentar?
sábado, 18 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Canção da meia noite
Não sei bem
Se
Deixei com você meu drama
Meu carinho, meu peito aberto
A saudade espatifou meu coração
Os estilhaços estão espalhados
Pelo vazio do meu quarto
Agora ocupado
Pelo som do silêncio do teu ronco
O tempo não teve pressa
Me despertou
Daquele sono do desapego
Sonhei mil beijos
Se
Deixei com você meu drama
Meu carinho, meu peito aberto
A saudade espatifou meu coração
Os estilhaços estão espalhados
Pelo vazio do meu quarto
Agora ocupado
Pelo som do silêncio do teu ronco
O tempo não teve pressa
Me despertou
Daquele sono do desapego
Sonhei mil beijos
Beijei no escuro
Olhei pela fresta
Encontrei tua alma entreabertaSem licença
Entrei
Pela porta emprestada
Restou na madrugada
O meu cheiro no lençol
O teu canto no meu canto
O que tenho de amor
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