Quando o peito dispara
Deito minha alma sobre o balanço
Minha face esmagada
No cordão da angustia
realça a marca da expressão de uma agonia
Do não
Do querer
Sem entender
Como se pode fugir de si mesmo
Aquela nota do piano
Que diz mais que todos os planos
O vento que sopra ao ouvido
Que não há castigo
Que ensine a viver
Mais que amar e sofrer
Polindo a loucura com ridículas histórias crônicas e declarações de amor. Meus verbos não são poemas, mas me permita discorrer. Escrevo textos para poesias. Semelhanças com fatos reais serão puramente coincidências. Não falo de mim, falo de ser. Porque Narciso acha feio o que não é espelho. Você gostaria de tentar?
quarta-feira, 25 de julho de 2012
domingo, 1 de julho de 2012
Céu de São Pedro
O pranto
É passado
O desejo
A lua aponta
O segrego
Eu guardo nos lábios
O renascimento
É a contradição da saudade
Alegremente triste
Alento
A tempestade de sol pela manhã
Vento
Clarão que abre caminho
Até a Divina Trindade
Teus beijos são
No meu rosto um triangulo
Na ponta, o desenho do amor
É passado
O desejo
A lua aponta
O segrego
Eu guardo nos lábios
O renascimento
É a contradição da saudade
Alegremente triste
Alento
A tempestade de sol pela manhã
Vento
Clarão que abre caminho
Até a Divina Trindade
Teus beijos são
No meu rosto um triangulo
Na ponta, o desenho do amor
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