quarta-feira, 25 de julho de 2012

Balanço de rede

Quando o peito dispara
Deito minha alma sobre o balanço
Minha face esmagada
No cordão da angustia
realça a marca da expressão de uma agonia
Do não
Do querer
Sem entender
Como se pode fugir de si mesmo
Aquela nota do piano
Que diz mais que todos os planos
O vento que sopra ao ouvido
Que não há castigo
Que ensine a viver
Mais que amar e sofrer

domingo, 1 de julho de 2012

Céu de São Pedro

O pranto
É passado
O desejo
A lua aponta
O segrego
Eu guardo nos lábios
O renascimento
É a contradição da saudade
Alegremente triste
Alento
A tempestade de sol pela manhã
Vento
Clarão que abre caminho
Até a Divina Trindade
Teus beijos são
No meu rosto um triangulo
Na ponta, o desenho do amor