Williams Vicente
Polindo a loucura com ridículas histórias crônicas e declarações de amor. Meus verbos não são poemas, mas me permita discorrer. Escrevo textos para poesias. Semelhanças com fatos reais serão puramente coincidências. Não falo de mim, falo de ser. Porque Narciso acha feio o que não é espelho. Você gostaria de tentar?
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Balanço de rede
Quando o peito dispara
Deito minha alma sobre o balanço
Minha face esmagada
No cordão da angustia
realça a marca da expressão de uma agonia
Do não
Do querer
Sem entender
Como se pode fugir de si mesmo
Aquela nota do piano
Que diz mais que todos os planos
O vento que sopra ao ouvido
Que não há castigo
Que ensine a viver
Mais que amar e sofrer
Deito minha alma sobre o balanço
Minha face esmagada
No cordão da angustia
realça a marca da expressão de uma agonia
Do não
Do querer
Sem entender
Como se pode fugir de si mesmo
Aquela nota do piano
Que diz mais que todos os planos
O vento que sopra ao ouvido
Que não há castigo
Que ensine a viver
Mais que amar e sofrer
domingo, 1 de julho de 2012
Céu de São Pedro
O pranto
É passado
O desejo
A lua aponta
O segrego
Eu guardo nos lábios
O renascimento
É a contradição da saudade
Alegremente triste
Alento
A tempestade de sol pela manhã
Vento
Clarão que abre caminho
Até a Divina Trindade
Teus beijos são
No meu rosto um triangulo
Na ponta, o desenho do amor
É passado
O desejo
A lua aponta
O segrego
Eu guardo nos lábios
O renascimento
É a contradição da saudade
Alegremente triste
Alento
A tempestade de sol pela manhã
Vento
Clarão que abre caminho
Até a Divina Trindade
Teus beijos são
No meu rosto um triangulo
Na ponta, o desenho do amor
sábado, 18 de fevereiro de 2012
Fevereiro
Dentro queima
Arde agora quebrante
Amor vem inebriante
Tonto e calmante
Só uma canção pode levar
Rasgar a sobriedade
Da minha negação
Em vão poupei a melodia
Em todo tempo lembrei
Que o medo me lembra
Do tempo que cura
Do segundo que mata
Da hora que não passa
Dos dias que nunca mais voltarão
Segurei cada ponteiro
Para eternizar a noite
E abraçar o dia
Para você não partir
A voz me derrubou na rede
E embalou minha tristeza
Arde agora quebrante
Amor vem inebriante
Tonto e calmante
Só uma canção pode levar
Rasgar a sobriedade
Da minha negação
Em vão poupei a melodia
Em todo tempo lembrei
Que o medo me lembra
Do tempo que cura
Do segundo que mata
Da hora que não passa
Dos dias que nunca mais voltarão
Segurei cada ponteiro
Para eternizar a noite
E abraçar o dia
Para você não partir
A voz me derrubou na rede
E embalou minha tristeza
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Canção da meia noite
Não sei bem
Se
Deixei com você meu drama
Meu carinho, meu peito aberto
A saudade espatifou meu coração
Os estilhaços estão espalhados
Pelo vazio do meu quarto
Agora ocupado
Pelo som do silêncio do teu ronco
O tempo não teve pressa
Me despertou
Daquele sono do desapego
Sonhei mil beijos
Se
Deixei com você meu drama
Meu carinho, meu peito aberto
A saudade espatifou meu coração
Os estilhaços estão espalhados
Pelo vazio do meu quarto
Agora ocupado
Pelo som do silêncio do teu ronco
O tempo não teve pressa
Me despertou
Daquele sono do desapego
Sonhei mil beijos
Beijei no escuro
Olhei pela fresta
Encontrei tua alma entreabertaSem licença
Entrei
Pela porta emprestada
Restou na madrugada
O meu cheiro no lençol
O teu canto no meu canto
O que tenho de amor
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