
A hora
Para flertar a ausência do amor
É mossoroense apelar para a beleza
Navegar pelo rios atrás do futuro que me condena
Quero estar longe do som ruim
E me apaixonar pelas notas da existência
A pressa corrói quase sempre
O brio, a fumaça, a sede
De ser o amor nascente
Parece o crepúsculo à melancolia das paixões
É noite para encontrar espaço
De nada sentir
E amar a neblina inexistente
De amar mais
O que se permite
Pertubo-me
A novidade é pesada e emocionante
Endoida, mistura tudo
E fico sem vontade
A fim de me concentrar
Um comentário:
Incrivel como não conhecemos as pessoas. Na verdade nunca tivemos contato algum a ponto de sabermos quem é quem afinal.
Te falo porque estou impressionado com os textos desse teu blog. De uma sensibilidade a flor da pele, de uma transparência admiravel e de um talento magnifico que nós faz apenas querer agradecer ao mundo a existência de pessoas assim.
Realmente adorei ler muita coisa por aqui... Continua escrevendo e alimentando esse espaço aqui pois ja virei fã.
Parabens mesmo! Tudo de bom pra ti.
Abracos ;)
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