Soa como afago escurecido
Aquela intensidade umedecente em meu peito
E me livra da dor de matar a mim mesmo
Aos meus desejos deléveis
Venho parindo um abrigo
Um cordão incandescente
Me faz entender que é não
Ser enlouquecido ao me escutar
Sofro de cativar
Ouço o cair do anoitecer sussurando aos vestígios
Embriaguei a saliva
Engulo assopros amargos
Tropeço nos tempos
Penitência para o passado
Nenhum comentário:
Postar um comentário