Polindo a loucura com ridículas histórias crônicas e declarações de amor. Meus verbos não são poemas, mas me permita discorrer. Escrevo textos para poesias. Semelhanças com fatos reais serão puramente coincidências. Não falo de mim, falo de ser. Porque Narciso acha feio o que não é espelho. Você gostaria de tentar?
sábado, 21 de agosto de 2010
Letícia
Eu tinha pouco tempo para olhar para o céu
Estava estrelado
E ver que ele pede para você matar a saudade
O ruído do lápis de cor ao rabiscar um papel
Apoiado nas costas de lindos fantasminhas com rostos de anjos
Soou como leveza
Ela inverte meu nome quase sempre
De propósito porque assim se diverte
Me mostra o que é ser feliz
Em troca de cosquinhas nas costas
Antes de dormir, depois de rezar
Para nascer amanhã outra vez
Williams Vicente,
Mossoro, 15/junho 21/agosto de 2010
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