Não pontuo as histórias
O coração flutua
Sempre
Ah! vaidade que entorpece.
Pedestal sem calço
Olhares dissimulados
Meu amor,
recomendo-te:
Não ande ao contrário.
Sigo os ventos que me sopram no peito
Religiosamente, amando o que não conheço
O coração flutua
Sempre
Ah! vaidade que entorpece.
Pedestal sem calço
Olhares dissimulados
Meu amor,
recomendo-te:
Não ande ao contrário.
Sigo os ventos que me sopram no peito
Religiosamente, amando o que não conheço
Um comentário:
"Sigo os ventos que me sopram no peito".
Sempre me identifico com suas aresias, e isso foi um dos fatores que me encorajaram a reescrever, vez em quando, sobre as coisas do coração.
Quanto ao meu último texto do tipo, não o considero necessariamente hedonista, pois o enfoque central não é a busca do prazer imediato, e sim o amor. Digamos que haja lampejos de hedonismo, regados a lascívia, sem qualquer teor de vulgaridade, acredito. Sinto atração por escritos despudorados, desde que preservem a fineza das palavras e a riqueza do vernáculo!
Quanto ao seu questionamento se o conteúdo é puramente literário... Ah, não sei! "É fácil de entender, difícil de explicar".
Um abraço!
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