sábado, 28 de abril de 2007

carne viva


06/03/2006 10:03:16
À luz da fumaça que tragavas retiro os lençóis da saudade e sigo pelas ruas da ausencia

cruzo com as indecencias do amor

os olhos nus se desesperam em tuas mãos, mas o cinismo do amor desperdiçado

a saliva do amor no simulacro

ah! como lamento a perfeição, a imaturidade melhor prescindir do equilíbrio, das pretensões polir a loucura,

as contradições o resultado: a liberdade dos encantos e desencantos da dor, da língua, das palpitações do conhecido e do desconhecido

por isso nao interessa a razão

sim abro feliz e com poder todas as portas da lascívia

o deleite da alma ao se esfregar em outra alma tem gosto de carne viva à vida

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