
07/11/2006 00:52:09
Pela razão, nao vou desperdiçar meu amor para quem nao me quer, ainda assim, duelo. E quando a gente vai e volta é que percebe que muito ou pouco nada valem. É preciso apreciar os detalhes, de tudo, inclusive do amor. Suspiro constrangido, receio aos olhos. o dia tem sido frio e a noite densa. a tensao veio sempre e veio depois. sinto a perda pela vizinhança. resignação: nao amo sozinho, vejo do outro lado da rua que estremece. pare para respirar. Narciso insiste em dormir, mas nao me faz companhia. Sinto ansiedade pelo retorno, pela falta, pelo amor. o tripe apoia a angustia. o triangulo é tocado pela saudade que canta as desilusões do coração e da vida. há horas que deixo de existir. será que meu destino é querer mais do que posso ter e ser?Melhor assim. Ainda que o seja, se não o fosse, teria nascido carangueijo! mas o tempo nao anda pra tras. Vinho doce amargurado, paz, paciência, persistência... só o amor me leva para a berlinda.Ele que me justifica e mata, renasce, trasncende a justiça, devolve-me a mim.
Pela razão, nao vou desperdiçar meu amor para quem nao me quer, ainda assim, duelo. E quando a gente vai e volta é que percebe que muito ou pouco nada valem. É preciso apreciar os detalhes, de tudo, inclusive do amor. Suspiro constrangido, receio aos olhos. o dia tem sido frio e a noite densa. a tensao veio sempre e veio depois. sinto a perda pela vizinhança. resignação: nao amo sozinho, vejo do outro lado da rua que estremece. pare para respirar. Narciso insiste em dormir, mas nao me faz companhia. Sinto ansiedade pelo retorno, pela falta, pelo amor. o tripe apoia a angustia. o triangulo é tocado pela saudade que canta as desilusões do coração e da vida. há horas que deixo de existir. será que meu destino é querer mais do que posso ter e ser?Melhor assim. Ainda que o seja, se não o fosse, teria nascido carangueijo! mas o tempo nao anda pra tras. Vinho doce amargurado, paz, paciência, persistência... só o amor me leva para a berlinda.Ele que me justifica e mata, renasce, trasncende a justiça, devolve-me a mim.
Um comentário:
Vicent,
Desperdício é uma crônica singular.Achei-a densa,compacta,firme e consistente.Aliás,como tudo que vc escreve com paixão,sentimento e alma.
Parabéns,querido.
Sua fã,
Lady Vania.
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