sexta-feira, 27 de abril de 2007

Como uma virgem ( Feliz ano velho)


tenho adormecido e despertado com a companhia de palavras brilhantes. traiçoeiras e independentes como são se despedem antes do cafe da manha, quando ha. assim, como agora, o tempo repousa no eterno particular dos pensamentos. portanto, apenas nao é possivel rerverter angústia em realidade. os espiritos, desde um ano velho,vêm me falar quase todas as madrugadas do ano virgem,que a nudez pode sim ser castigada. sao os sonhos que viajam com a dúvida e pertubam. e sonhos como a angustia não são exibidos. sonhei com a Londres fraterna e platônica. parece-se com a montanha do purgatorio de Dante, sempre ingrime e ventilada pela esperança. a falta de ar substitui o despertador nesse veraneio.na ultima ceia, os deuses que habitam o cérebro rodaram as cenas dos próximos capitulos. episódios da antologia de mim que retratam o demasiado desdenhar do instante. amanha não existe.comida, bebida, amigos, sexo e amor,meus segredos sao de liquidificador.o equilibrio de minha alma é!a carne também é!milícias que me levaram à berlinda.o instinto dá ordem.não subjulgo, nem sublevo, e tenho dúvidas sobre o pecado.mas a razão se rebelou e o desejo anda gentil, cedendo o lugar à necessidade.vi caveiras inebriadas pelo frevo.são minhas veias embevecidas de amor e desamor.pontuo porque cada tentativa traz um roteiro.um longa metragem ensimesmado que levará a vida para contar uma história incontável.o ar, o fogo,os vinhos e eu. vazio!

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