sexta-feira, 27 de abril de 2007

o vigor do amor


6/03/2006 09:45:04
Goste de festas, beba cerveja e alguém patrocinará a felicidade

Se o sujo mugir sobre o mal lavado, liquefaça-se, tome da lama e se retire feliz

Compre e consuma com os olhos de lince e confesse, diga onde é que dói:

Você gostaria de levar a vidinha de filhinho-da-puta-da-mamae-e-do-papai

O amor ao contrário do que se pensa que se pode

Não esta disponível na boutique da esquina

O que prevalece não é seu desejo de ter e ser o que não pode

Imaculada é sua vontade de liberdade, de anarquizar a natureza para fazer o que você é

E ver a ambivalência da vida a partir da podridão da alma

para a elevação do sublime amor

E vislumbrá-la com vigor, com o prazer de estar sobre fascismos mundanos

Seu equilíbrio se fortalece e se encontra nas contradições e paradoxos

Você está, embora prefira não ter o coração vazio

O vácuo não lhe atrai Porém, não quer apaziguá-lo de beijos malogrados

Você tentou seduzi-lo e anarquizá-lo

E talvez pelo receio de respeitar, ele preferiu beber da solidão a se embriagar de seu suor

Se ouvir um vagido degenerando a história

Se alimente da balela da arrogância e da prepotência, os paliativos da insegurança

E se lembre que é preciso assumir para remediar

Em meio a virulência do amor

Nada contra as armas de defesa e sim as mentiras dos ataques

Depois da guerra

Peça silêncio, faça uma prece sobre a cova da saudade e diante da cruz de indiferença que você plantou Sussurre para seu amor... E o rancor não vai vingar

Continua....

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